O conhecido no desconhecido é carência, é fazer de mim minhas cinzas para haver esse agora que todos precisam: não penso apenas em mim. A morte se tornou o mar dos meus sonhos. O pior é se não existir o mar. Meus sonhos isolaram o céu de sonhar. Deixem-me pensar em vocês. Se eu não existo, me façam existir.
O conhecido no desconhecido |
