O interior do interior é a morte. A morte me ensina a amar até a vida a viver. A vida tem que se mostrar. Viver por nós, sacrificar os seus desejos, morte para atender às nossas necessidades. Plantar, fincar o corpo na alma. Entrar pelas lágrimas da frente não esconde as outras por decisão dos outros. A vida exige sermos felizes. A voz nasce da alma como uma lua despedaçada, onde a alma se solta como estrela sem largar-se numa existência que faz parte de mim. Cada alma tem um coração. Viver do coração é nunca ser. Precisam existir pessoas no amor. O amor ausente precisa acabar. Não acaba: é a vida. Há vidas que nem deviam existir. Tem vidas de amor. Tudo é como sentimos. Sentir, reação de amor, de estar viva. Nada existe além das palavras que já nascem para ser ditas, amadas. Palavra, força do céu. Durmo na alma, acordo em mim. É como se o mundo inteiro estivesse em mim, onde o silêncio é presença, minha presença.
Aprendiz do amor da vida |
