Depois da morte, há o nada na morte. Me acho no nada. Morri dentro de mim sem perspectiva. Somente eu no nada, condenando-me a ser feliz. Tudo volta menos a minha vida. Também me quer. Se o nada me quisesse, seria feliz. Comecei a escrever, a fazer poesias. Foi aí que descobri que amo, mesmo sem ninguém. Escrevo para as palavras. Ninguém se importa com elas. Sinto tanto, perece que meus ossos vão se quebrar. A única coisa que vejo, percebo existir, é um adeus.
Meu nada |
