Blog da Liz de Sá Cavalcante

Referência de vida

Tanto a morrer e nada de vida. Permanência que dilui a ausência na ausência. O céu me espera morrer. Falar de dentro é o nascer da alma, deixar o interior. O interior fica sendo alma. As palavras me escutam Nada do nada em mim. Fugas são revelações da alma sorrindo, amor, vivendo desconhecido. Como o dia amanhece? No respirar das minhas entranhas. A vida presa em mim. Destruir o silêncio é viver do meu interior sem amparar-me na morte, meu corpo não sustenta. Corpo é silêncio que grita nas rochas que motivei a ser como mar. A vida dá voltas. Falar é vida perdida no não ver. Ver é escutar. O fim é referência para mim. O iluminar para sempre abandonado como prisão. Inovou o amor.