O nada, evolução do ser, é a compaixão da vida por mim. O ser da sensação é o mistério da vida a começar aos pouco numa falta, que faz do começo um fim em começos. Olhar é o calafrio da alma. Entender o que fiz da alma é separar o mundo da vida. Crescer na memória vazio, como se a vida não pudesse dizer adeus. Em nada faltou o adeus que não foi dito. Quando minha dor se afastar do céu, posso morrer. O essencial é o que não é vida. Pertencer à essência sem amor é a vida do espírito, é o além de Deus. Absorver a lágrima sem o espírito é levar a esperança até o céu. O céu se abandona no espírito. Partir da alma é sentir o amor de Deus no meu partir.