O sentido de ver é escuridão. O que não se fala não se vê. A desumanidade fragiliza. Queria me curar com a dor, é melhor que amar. As decepções me tornam viva, tão viva que não quero viver dentro de mim. Estou viva. Distancio a morte, ela se aproxima. Ignoro a morte para me ignorar e meu passado ser novas poesias, onde, correndo como criança, sinto a liberdade de estar distante de mim. Algo me ajuda, meu corpo, minha alma me acariciam na pele para me amar, ser mais que eu, ser amor sozinha.
