Blog da Liz de Sá Cavalcante

O que devia ser?

Queria ser como escrever, mas é apenas parte de mim. Falando, sou como devia ser espontaneidade até em morrer. Sou feliz até morrer. Onde deixou tua alegria? Na minha morte, não morri, sou sonho. Você não ama, sonha. Nem solidão tem. Entravada no não sentir. Falo da dor com amor, amando. Você é o abandono sem vida. Eu sou quem me ama.