É inevitável sonhar para ser. A voz é um sonho. Voar no fim. O fim dos meus olhos são minhas entranhas, minha fragilidade. Meu céu, minha poesia reflete a solidão em céu aberto. Ser feliz como um sonho, devoro sonhos. A imagem é o que resta de um sonho. Por isso, vamos ver o amor se for amor. Não paro de olhar. Ver o amor é ver Deus. É a paz de nascer e morrer como um ser de Deus. Tudo se transforma, morte evolui, cresce. Nada é por acaso. Eu, se pudesse, refazia a avida e nada seria só, nem o respirar da voz intacta de tanto falar.
