Blog da Liz de Sá Cavalcante

Moldar

Talhar o suplício no adeus, moldando a vida num adeus. O nada soube de tudo menos de si. Tudo para o nada sou eu, ardente de céu. O reprimir é presença de céu. Nada modifica minha presença, nem o adeus. A dor é imortal como uma palavra de amor.