O não eu ama mais que eu. O eu tem que desaprender o que sabe para ser superior ao ser. Nada é mais essencial que não ser. É um desapego de preenchimento. O desapego do que me preenche é o sol, a sentar no céu, disparar minha alma como o amor do céu. Nada no céu é incapaz de ter alma, nada levanta o sol, que dorme no amanhecer, se senta no deitar do amor, onde é eterno. A eternidade é frágil, esvoaça em minhas mãos calejadas de amor, esfarela no tempo de amar e o amor.
