Não sei como tratar minhas mãos, têm vida. Meu olhar são minhas mãos, o arejar, o correr do amor. Arear o que falta no nada. Comemorar meu corpo com minha vida em corpos de pano. Nada veio. Remendos resolvem qualquer inteireza. Qualquer vida, morte. O que é positivo é o infinito. Cuido pessoalmente do céu sem mãos. A coragem, último olhar.
