O sentir e o amor, juntos, florescem no nada, onde escapa o pensar e me diz quem sou. Fluindo no nada, ter a mim, a vida para alegrar a alegria que é triste. Horizontes sem vida. Devo à alma o que sou. Nunca nada vai mudar. A vida é como é. E depois, a morte, a conformidade de ser feliz com a monotonia do interior. Mesmo assim, nada é em vão.
