É inútil lembrar de mim, ser eu. Sou apenas o mar a fluir. Sou a vontade da vida. Recebo o nada. Tudo aceito. Escrever fragiliza o amor dos meus dedos. Dedos faltam na alma como amor. Morrer é tirar a cortina da vida e saber que posso ser livre com a vida se fechando. O amanhecer necessita do meu corpo, de mim. Mesmo que eu não possa dar amor ao amanhecer, ele me torna feliz.
