Irradiar a alma: morte do amanhecer. Na morte do amanhecer, minha morte é eficaz. A dor não vem do nada, tem um motivo, tem um adeus, onde percebo tudo, vivo com dor. O corpo não é o interior. Sublimar, trocar o interior por viver bêbada de vida a fechar-me como um interior sombrio, que precisa morrer. Sofro de alma. A crise da alma é existir. A inércia da alma é o amor. A inércia do corpo é a vida, pendurando-me em almas. Sei o que é ser feliz, como se o meu coração fosse de alma. Viver é esquecer.
