Repetindo-me em amor é a atenção. É ser eu várias vezes para a mesma pessoa. Minhas cinzas, inseparáveis de mim, sente meus cabelos como as ondas do mar e a saudade montando vidas. Nada se mantém só com o som. A beleza do mar fica apenas um lampejo sem ter nem mesmo o vazio da clareza de um lampejo. Morrer ou mudar. Tudo é o mesmo fim, a mesma dor. Apenas o lampejo torna o vazio saudade dando luz à saudade. Não há o que comemorar, apenas ser feliz na saudade de mim, também se perde. A luz enfraquece, ilumina apenas os sonhos no clarão da solidão.
