Deus não tem liberdade, mas me torna livre. A ausência é a liberdade dos extremos. Nada me sente, sente minha ausência, mistura-se com a de quem a sente. A mudança da ausência é o nascer. Nascer da ausência não é nascer. Não me preocupo com minha ausência. Me preocupo em estar viva, falar, viver cada vez mais, e assim borboletear com a pele se abrindo de amor. Enfim só.
