A brevidade é sonhar. Raiz da morte. Do que o fim não tem medo. Porque tenho medo? Nada é, mas tenho medo. Nada é a imagem que fiz para mim de tudo perfeito como uma linguagem poética da poesia a florescer na impermanência de separar o que é meu do inseparável e viver no separável de mim. O meu nascer foi uma lágrima que me abandonou para o meu corpo nascer. Onde fica o diálogo? Perdido na lágrima perdida.
