Além do ser, existe o ser depois do ser eu, depois de mim. O desamor depois do desamor. A falta de poesia, depois a morte. E assim o insensível se torna comum em mentes vazias. Tudo morre, tudo é céu, e assim esqueço a poesia que fui para morrer de mim mesma. Ser paciente com a morte e que meus sonhos não foram em vão. Algo se fez amar, sentir, pensar pelos meus sonhos. E isso foi tudo para mim.
