Tenho medo: pensar, morrer, do que morrer. Ir onde ninguém vai. Perturbada mais do que a lua e não me sentir diferente de ninguém por amar, amar demais. A morte me inclui no meu sonho. Deixar convenção, regras, julgamento dos outros. O que é certo é o amor. Tudo que sofri me fez amar. Meus poemas são a paz de Deus. Queimo a morte, ela não morre. Queima dentro de mim, como ausência. Entrego meu amor. O entrego ao desaparecer. Agora desaparecemos, eu e meu amor. Nunca o tive tanto como agora. Eu sou feliz, tenho meu amor.
