Blog da Liz de Sá Cavalcante

Sobriedade

O absoluto é perda. Perda sem solidão é o voar do olhar. Meu ser é ficção. A ficção do ser, onde trava-se o nada emaranhado na alma. Entre tantas vidas, me fiz vida no que existe apenas em mim. Não sei o que é, se existe ou não existe. Me faz mais bem que o céu.