Blog da Liz de Sá Cavalcante

É fácil me sentir

Materializando meu ser em alma. Amo, amo mesmo se morrer. Sei que meu amor continuará, será a vida de alguém. Tudo sei amar, alguns não me sentem. A intensidade da luz do meu amor é demonstrar o quanto preciso ser. Tenho muito a agradecer à vida. Mesmo nos momentos tristes ela me faz rir, sonhar. Esse é o preço de amar. Tudo é difícil, mas amar é fácil para quem ama. Sonho eternamente com amor e o sinto sempre. Cada letra é um universo. Sou a mesma, estou onde sempre estive: amando, criando uma vida melhor para quem me sente. Para quem ama, sonha estar, conviver, amar, é liberdade. Quanto mais frágil, mais amo, mais sou feliz, completa. Amar e sofrer é vida, convivência. Tudo se convive para nunca esquecer. Amor nunca se esquece, é infinito, como meu ser, minha alma. Me chamo amor. Sentir é a plenitude me dando colo. Me salva, me basta amar, nascendo do amor todo dia. Nunca vou morrer. Sou eterna de amor. Amor é raro, cresce em mim em céus de esperança, no azul da minha alma. Nem lembrança me tira o amor. Tudo se entende no amor. Flores rasas num amor fundo, que vibra de vida. Sentir é viver tudo do amor, ser capaz de tudo por amor nas minhas poesias. Não leio, amo até me esvair no amor, falando amor. Minha fala, meu respirar, minhas ausências são amor. Apenas quem ama pode me tirar da solidão. Parece que nada fala, nada vê. Nada me sente, mas o amor me sente. Aceito apenas ser fragmentos se for amor. Amor leva a todo lugar. Meu corpo não é um corpo, é a maneira que encontrei de abraçar. O amor é muito eu, até na falta de mim. Sempre o amor será eu e eu, ele. Somos a mesma coisa, mesmo no fim de um dos dois. O amor continua, a vida continua, pois tenho tanto amor. Me realiza amar mais que qualquer poesia. Amor está nas entranhas, no sangue derramado, na vida perdida. Tudo quero tocar desde que tenha amor. Tocar o amor é nascer como solidão e morrer feliz no amor que me sente só de amor. Meu amor não é só, é carência da alma.