Só há uma separação na presença. O alicerce é o nada. A voz aparece na consciência, não no ser. O meu ser, diante de mim, não consegue ser eu. Diante de mim, sou tudo: na vida, no meu amor, na minha tristeza, na minha alegria. Tudo revira a vida, tem a gentileza do céu e o céu sente meu revirar. A ausência me fez pensar no esmagamento sem alma na minha paz infinita no que sinto por mim e no que sente o ficar eterno da eternidade. Amo pela eternidade, amo por mim.
