Telhados da alma na parede de vento. Nada me esquece pois existem paredes para lembrar de mim, de me abraçar e tudo ruir, como se a alma visse eu me abraçando. Paredes são liberdade da alma, onde não há segredos entre a alma e a vida. A alma gela e a vida entra nela como companhia. Tudo tem um porquê na solidão da vida, que não faz viver. Eu sou a intensidade da vida na perda do tempo. O tempo é cumprir náuseas do pensar com amor eterno. Reviver é sonho se emaranhando no nada. Viver, viver, ultrapassar o limite do céu como uma brisa. É o amor em mim.
