Blog da Liz de Sá Cavalcante

Comum

Restringir o nada de cada um, interagir com o céu, viver o comum, me convencer em cinzas que matam, me devoram com a paz do firmamento. Não mudo a cor do céu, nem por todo amor do mundo. Estar sem estar dando forma nova, pura. Me sentir. Sua vida é alegria, como sendo a divindade de Deus. Não deixo de ser em alegrias ou tristezas, para a vida, para eu cantar.