Blog da Liz de Sá Cavalcante

Consumida

Consumida na pele de tanta fadiga. Não consigo perder o medo da perda. É como rasgar a minha pele na rouquidão do meu amor a me fazer sumir sem gratidão na vida. Nem meu amor é meu. Me proponho a morrer. Amor é perda. Aumenta minha ilusão de ser só. Por isso, desapareço antes de morrer.