Blog da Liz de Sá Cavalcante

Nobreza da alma

O silêncio é a sensação de morrer sem impacto, no silêncio, na gratidão de ver com a liberdade de descansar no vento das nuvens, no fim da vida, do mundo. Esse é o ideal em alma de fuligem. Dar vida à frustração na alma de Deus. Deus não percebe a imperfeição, evolução da vida. Sente o intocável na alma de Deus, como eternidade na confiança do imponderável. Semear o mistério de Deus. Me contentar em ser humana, como o nascer do sol, como a alma que se esconde, agua para ser grande e vive miserável, como se Deus me esperasse. Espero a alma aparecer como renasce a vida e sustentar o partir em segredo, onde tudo é deserto, real na presença oculta de alugar a alma em instantes de Deus, em solidões eternas, que veem apenas o brilho da alma em me deixar vazia como grão no ouvir. O ser como origem do ser não está seguro nas minhas mãos na minha alma que cessa o sol, a natureza. Não pude falar do ser em mim, desatei a chorar como um sol que expande minhas lágrimas e devolve o céu a Deus. Voltei a falar, escutar a areia que me embrulha e espalhar o vento como se fosse Deus.