A morte é incomum para o ser. O seu amor regride a morte, integra, não une ninguém. A morte é o império de uma dor que conquista a vida, o céu, a mim. É devastador me ver morrer sem ter um instante de céu. Obrigar a se ver no céu sem identidade para morrer. Ser feliz no céu ou na vida, ter o dom de ser perda na paz. É revigorar o não sentido e nunca dizer nunca. Mas vou viver.
