A irrealidade do meu corpo é a falta de um passado onde existo como a dor do céu. A dignidade do ser é a irrealidade do ser. O que sufoca é o irreal, como a consciência. A falta de mim é presença que não se contém. E se a minha presença for minha falta? Minha morte? Apenas a solidão do céu é Deus. Minha solidão é falta de Deus. A morte faz-me ver o agora, sem o depois.
