A consciência é um buraco, é quando há saudade de me enterrar pelo corpo que tive, que foi entregue a uma poesia de Sol, nuvem e entendimento. O corpo nunca é um corpo. Ele não me suporta, mas deixa uma marca em mim. Nem a alma pode ser eu, nem eu. Quem me enterrou foi minha presença, onde o diálogo é maior, mais essencial do que viver.
