O que sustento não sustenta a morte do imponderável e se mantém no imponderável. O imponderável das minhas entranhas é a catarse, como se entranhas fossem vísceras de alguém e eu tivesse derramado no meu corpo, de corpo e alma, pois nada me falta, senão morrer na minha solidão encarcerada pela vida. Apenas a morte pode libertar a minha solidão e me prender, como uma borboleta a voar nas minhas poesias.
