Blog da Liz de Sá Cavalcante

Sentindo o não sentir

Sonhos de pedra no volume do ar. Não sei onde foi o sorrir dos sonhos sem o fim dos meus sonhos. O respirar me deixa cega, muda com a falta que faz a alma respirar. Nos sonhos a alma traduz o respirar como precipício do Sol. A inutilidade da vida é a alma; a inutilidade da morte é o ser.