A liberdade me mata por me ver. A carência do meu corpo me mantém viva, dilacerando a minha pele. Extrair do nada a honestidade. A minha pele doente espera minha morte para me ter, para eu morrer com minha pele. Livra-me da minha pele para eu ser eu, para eu viver. Viver deixa a alma intacta. O céu brilha para viver. E, para viver, abandona suas estrelas no céu de estrelas.
