A verdade é um interior doente, com tanta verdade. O espelho do espelho é a alma. A inexatidão é a única certeza, como o fim no infinito, que fez da verdade, a vida. A fim não é certeza de viver. A certeza de viver é a minha emoção. O fascínio é uma morte sem consciência. A consciência do meu corpo é a alma. Não posso viver de alma. Não posso viver de alma. O corpo é o infinito da imaginação. A morte, poeira que sai do corpo. Deus é um corpo no corpo do infinito. Sem o lado do corpo, fica a morte, o adeus, lado a lado com o corpo é a falta de corpo na alma. A alma é a única palavra que não é só. A verdade da alma é o ser. O ser é apenas para si mesmo. Meu rosto é o inencontrável de mim, o corpo o encontra. O sol é a realidade da luz, não minha. O céu se faz luz na escuridão. É quando percebo que meu corpo é imperceptível na luz, na escuridão, na vida, na morte, no real, no irreal, em mim.
