Muitas coisas foram encontradas em morrer, sem poesias, que são o retrato da alma, do amor. O olhar que existe em morrer é o mesmo de viver. A palidez do rosto é a concretude do que sinto, o brilho do amor. Queria poupar meu sentir da vida: fui imortal no meu morrer. Olho para o retrato do meu amor, não me vejo ali. A poesia se refletiu no meu amor, sem ser o meu amor. Meu amor foi um retrato vazio na minha plenitude.
