Blog da Liz de Sá Cavalcante

Do meu adeus

Enquadrar a minha alma no meu amor. É ventilar o calor do amor. Sentir as mãos amparando o céu e o céu solto em minhas mãos. Me dar, se dar é a mesma coisa, mesmo amor. Cada palavra é uma renúncia ao passado. Apalpar a escuridão é ver tudo apenas no ver, desnuda de amor. Amor é a realização de um sonho, de um adeus simbólico à alma. A liberdade não é a alma. Liberdade é viver sem alma. Cada ser se pertence sem alma, sem o pertencimento de um adeus.