A insignificância é incomensurável. No sono, o pensamento se aprofunda, ganha vida. Acordo vazia, tentando pensar o que é pensar. Quero pensar o pensar. Penso em mim. A vida é apenas a aparência do meu ser, levada pelas águas do saber. Para ser, é preciso saber ser. Aprende-se a ser vivendo ou morrendo. Tudo é incomensurável: a vida, a morte. Por isso, não dou nome às estrelas. Chamam-se como querem ser chamadas.
