Blog da Liz de Sá Cavalcante

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Na época do amor, tudo estava vivo. Os objetos, a vida, o ressecar da minha pele, a espontaneidade de sair de perto. Via tudo encantada. Minha alma vive o que vejo. Ver, ter amor, poucos têm. Ninguém vê o que é para se ver: a suspensão do ser.