O silêncio é um olhar que se destaca da multidão, ilumina o iluminar. Eu me preencho sem o meu amor humano. É transcendente. O nada me espera no humano. Sou o meu próprio espírito. Me fixei no olhar do nada, como se isso fosse imaginação, poesia. E a multidão toda sou eu em ser amada. Não penso em viver, nem em mim. Me apego ao horizonte sem fim, que torna o céu azul.
