Blog da Liz de Sá Cavalcante

Sopro

Reter o céu na lua com a morte reinando como um sopro. A intermitência da morte é a vida. Eu sou o amanhecer vital para o amanhecer. Amo no absorver da pele, um apelo ao nada. Sentir o nada é vida. Sentir mata e ressuscita o amor. Eu sou o que fazem de mim? O que o ser ama é diferente do eu. Deixo a lua me levar para um eu apenas meu. A riqueza espiritual é uma dádiva de Deus e eu a contemplar Deus.