O ódio de viver é a lembrança ficando. Lembrar tédio da ilusão. Sinto cheiro de vida. O corpo é a mágoa da vida e não dá para tirar o corpo de mim, mesmo sendo imaginação de pele, alma sem ter o que, na invisibilidade, morrer na delicadeza da pele, e, assim, punir a morte, transformar o céu em mar.
