Unifico-me no plural. O que se é não é um querer, é um morrer. O corpo turvo de amor. Mãos que nascem sem poesia é uma ausência de ser como luz. Não importa o que fiz por amor. O que importa sou eu? A alma entreaberta é a única forma de viver. A morte se realiza e o irrealizado é o respirar na morte, acompanhando o respirar na descontinuidade sem vida, morte, ausência. Ausência feliz. A alegria da ausência é ver que a vida nunca está pronta e eu vou aceitar a prontidão do que não é feito e não pode ser refeito.
