Vem de dentro a falta do interior. Essa apatia é minha sobrevivência, paz de morrer. O simulacro da morte é sua imitação. É a tristeza na mágoa do infinito. O infinito nada deixa em mim. Tenho temor ao que desaparece na sombra de um adeus. Vejo o real na solidão da vida. Aparece, solidão, senão não tenho como ser real numa realidade feliz.
