Blog da Liz de Sá Cavalcante

Poesia

Poesia com poesia, desarmonia de almas para entreter a morte. A poesia nasce e morre só. Vivo nas lembranças conflitantes de vida e morte. Morrem como mar e se tornam areias nas minhas mãos. Entre o céu e a terra, o teu destino no meu, vida, e se enterram na areia mais do que eu. O nascer não se aprende. Nunca termino de nascer. O céu nubla o amor. Eu ensinei ao nascer a poesia.