Dar adeus é poder sorrir. A ausência é tão feliz como Deus. Nada se mistura na abstração de mim. Se misturar-se é como se me faltasse algo. Algo de não real na vida a torna rara, especial. Abraços. Apenas ver o outro em mim. A pele sou eu a me evitar. Pele, razão de viver, de morrer. A vitória de ser é a pele. Nada se nadifica, nem a água submersa em mim. E eu a rolar na água, a ser eu na imensidão de mim no intocável abandono levado pelas trevas. E eu sendo amada cada vez mais sem ti.
