Sinto pelas pálpebras, o que não consigo escrever, amar: minha ausência só, tão só quanto me escutar por dentro de mim. Acabou o sofrer da alma. Agora o que me resta? Cesso os olhos como se visse Deus pela cegueira de sofrer. Sofrer não se esgota, se escolhe. Há apenas o sofrer dentro de mim. Por isso não sofro.
