Blog da Liz de Sá Cavalcante

Arvoredo de poesias

Poesia é fazer da reflexão amor. Melhorar a vida, cantar no sol e ter chuva em mim. Encantar e desencantar para o encanto ser maior. Maior do que viver. O que deve ser Deus é mais do que Deus. O artificial do corpo apreende a alma no natural. A alma se aprimora. A alma vivencia a ausência como corpo do espírito. É um respeito à alma. Não respeitam ser. O que sol tem. O mesmo brilho que o ser. Entre o que é, é, pois existe apenas uma vez. Se o transbordar é dor, a pele respira meu ar. Sou o ar da pele, da falta da ausência da voz que expressa o valor do nada e o nada é minha voz se sobressaindo de mim e concretizando o nascer, nascendo-me subjetivo no sufocamento.