Quando as mãos se distanciam da poesia é para curar por amor. Minhas mãos servem de mãos para o amor. Morrer é apenas fechar meus olhos e abrir o amor para a poesia, abrindo-me em poesia. A morte é o passado, é o agora, é o amanhã, é o teu sorrir me descobrindo, vida. Onde, incapaz, sinto-me chorar, estou a sorrir. E, dessa tristeza, imaginaria e, real, surge a poesia do universo em mim. Aprendi a ser forte para poder amar: este é meu universo: o amor.
