Tento ser. Ser menos que meu respirar, me debilita, me inspira. As intermitências da morte são a força da vida e essa força, forçando o ser a morrer diante de mim mesma. E eu, na morte do outro inexistente, é como conversar com os mortos na linguagem da inexistência. Nada lembra de mim sem a inexistência. Sorrir para a alma partir. Nada me torna o que sou, nem eu mesma. Tudo nasce do partir de Deus.
