O interminável termina na morte. Eu termino no ser. O amor irrealizado é a pele. Não adere ao corpo. O corpo deve proteger a pele da pele, do desfazer do ser. A pele desarma a morte. A pele desarma a morte. A pele da morte é o rasgar dentro de mim, que forma minha pele. Se eu for apenas pele. O irrealizável se realiza e a minha pele, por agora ser sem mim, torna o irrealizável realizável. Sua desproteção a torna eterna, como cobertor de Deus.
