Nadificar o conter, possuir o amor apenas. Deixa-me quieta como as minhas lágrimas. Arde de fé. Há alguém ou é apenas meu olhar, meu ser dentro de mim. Relevar o céu no amor de Deus, Deus de amor. É difícil sorrir na paz, apenas durmo no despertar, como ferida aberta de Deus. Vem do céu ou da vida esse nadificar? Sem alma, não fervo. O sonho voa. Perder os sentidos, ter ouvido os meus sentidos, o rumor do vento, a argila na pele, a morte em cruz e os afetos cada vez mais firmes. Mesmo sem vida, até o silêncio escolhe o amor. Mesmo semeando a dor, o amor é vencedor.
