A alma sai da alma com a naturalidade de nascer para criar o respirar e quem sabe o ser? O ser sabe de onde vem, por isso se sente um ser. Entre o abismo e o nada, prefiro o abismo. Sinto e não preciso explicar. Renuncio o amor que não é amor, é vida. A alma não é percebida como alma, pois bloqueia o ser no que ele possui: alma. Quero apenas ser natural, como o meu amor, sem me prender em nada. Prendo-me apenas ao meu suspirar, tão longe, mais que o infinito: isso também é amor.
